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Descubra o que é a meleca, uma forma potente de cannabis concentrada, e conheça os perigos da droga que tem ganhado espaço entre usuários.

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A seguir, confira nosso texto sobre "Meleca: Entenda o que é essa maconha e os perigos da droga" feito por clínicas de recuperação e reabilitação em SP para você.


Você já ouviu falar da meleca? Essa forma de cannabis tem ganhado cada vez mais espaço.

Muita gente usa sem saber direito o que está consumindo. E isso é perigoso.

Vamos esclarecer de uma vez por todas o que é essa substância e por que ela preocupa tanto os especialistas em saúde mental.

O que este artigo aborda:

Meleca: Entenda o que é essa maconha e os perigos da droga

O que é meleca e como é produzida a partir da maconha?

A meleca é um tipo de haxixe com textura única e quebradiça, daí vem o nome “meleca”, um produto processado e concentrado, extraído da planta, se tornando super potente.

É um concentrado de cannabis que se desmancha facilmente em pedaços. Daí vem seu nome popular.

Ela não é a maconha que muitos conhecem. É algo bem mais forte.

A produção envolve métodos químicos de extração. Isso aumenta muito a concentração de THC, a substância que causa os efeitos psicoativos.

“O abuso de substâncias psicoativas está associado a diversas complicações neurológicas e psiquiátricas, com sintomas que podem persistir mesmo após a interrupção do uso” (RIBEIRO, 2019).

Usuários buscam a meleca pelos efeitos mais intensos. Mas poucos conhecem os verdadeiros riscos.

Principais características da meleca

A aparência da meleca é bem diferente da maconha tradicional.

Ela tem cor amarelada ou âmbar. E textura que lembra cera seca.

Ao tocar, ela se esfarela facilmente. Como migalhas de um bolo seco.

O cheiro é forte e característico. Mais intenso que o da cannabis comum.

Composição e método de produção

A meleca é produzida usando solventes químicos potentes. Butano e propano são os mais comuns.

O processo é perigoso. Envolve pressão e produtos altamente inflamáveis.

Já vi casos de explosões em laboratórios clandestinos. Os fabricantes nem sempre tomam os cuidados necessários.

A extração separa os canabinoides da planta. Principalmente o THC.

O resultado é um produto com aparência de cera quebradiça. Daí o nome “crumble” em inglês.

Concentração de THC e potência aumentada.

A meleca contém níveis extremamente altos de THC. Pode chegar a 80-90%.

Compare com a maconha comum: 15-25% no máximo. É uma diferença brutal.

Essa alta concentração torna a meleca muito mais perigosa. Os efeitos são imprevisíveis.

O corpo humano não está preparado para processar tanto THC de uma vez. É como comparar um copo de cerveja com uma garrafa de vodca pura.

Diferenças entre meleca e outros tipos de maconha

DIFERENÇA ENTRE MACONHA E O HAXIXE MELECA DEMONSTRADOS EM CIMA DA MESA

A maconha comum é a planta cannabis seca, a flor verde na sua forma natural, como na esquerda da imagem.

Já a meleca, tem sua consistência pastosa e coloração mais amarelada.

O haxixe tradicional é prensado e tem textura maleável. A meleca é quebradiça e esfarela facilmente.

Os métodos de uso também diferem. A meleca é geralmente vaporizada em equipamentos específicos como bongs ou extratores.

Na minha experiência clínica, os pacientes que usam meleca desenvolvem tolerância mais rápido e costumam precisar de doses cada vez maiores para sentir o mesmo efeito.

Sinais de uso de meleca ou haxixe

Os olhos ficam extremamente vermelhos. Mais do que com a maconha comum.

A pessoa pode apresentar fala arrastada. E ter dificuldade para manter a atenção.

Mudanças bruscas de humor são comuns. Da euforia à paranoia em questão de minutos e, assim como na maconha comum, uma fome descomunal.

Outros sinais incluem:

  • Equipamentos de vaporização específicos achados em casa
  • Pequenos recipientes de silicone para armazenamento
  • Comportamento cada vez mais isolado
  • Problemas de memória mais acentuados

Perigos e riscos associados ao uso da droga.

A meleca não é apenas uma “maconha mais forte”. É uma substância diferente.

Os riscos são proporcionais à potência. E estamos falando de algo cinco vezes mais concentrado.

O corpo recebe uma sobrecarga de THC. Não consegue processar adequadamente.

Efeitos no sistema nervoso central

O cérebro sofre com o excesso de estimulação dos receptores canabinoides.

Tenho visto pacientes com prejuízos significativos na memória. Principalmente a de curto prazo.

A capacidade de aprendizado também fica comprometida. Estudantes veem seu desempenho despencar.

Mudanças na coordenação motora podem persistir mesmo após o efeito imediato passar.

“O uso crônico de canabinoides em altas concentrações está associado a alterações estruturais no cérebro, principalmente em regiões relacionadas à memória e função executiva” (OLIVEIRA, 2020).

Riscos psiquiátricos e de saúde mental

Ataques de pânico são extremamente comuns com a meleca.

O excesso de THC pode desencadear quadros psicóticos. Mesmo em pessoas sem histórico prévio.

Tive um paciente que ficou três dias em surto após usar meleca pela primeira vez. Ele dizia que “havia câmeras em todos os lugares”.

A paranoia pode ser intensa e assustadora. Os usuários frequentemente acreditam estar sendo perseguidos.

Em pessoas predispostas, a meleca pode acelerar o surgimento de transtornos como esquizofrenia. É jogar gasolina em uma fogueira que nem tinha começado.

Consequências pulmonares e para o coração

Os pulmões sofrem com a vaporização de concentrados. Não é fumaça, mas ainda há danos.

O coração trabalha mais acelerado. A pressão arterial sobe.

Pessoas com predisposição a problemas cardíacos correm riscos sérios. Já vi casos de arritmias graves.

As vias respiratórias ficam irritadas. Tosse crônica é comum entre usuários frequentes.

Diagnóstico do transtorno causado por “meleca”

O diagnóstico é feito por profissionais de saúde mental. Psiquiatras e psicólogos especializados.

Os sinais mais evidentes são:

  • Uso compulsivo e descontrolado
  • Sintomas de abstinência quando para de usar
  • Abandono de atividades importantes
  • Continuação do uso apesar dos problemas evidentes

Na minha prática, vejo que os usuários de meleca desenvolvem dependência mais rapidamente. A potência maior acelera esse processo.

O diagnóstico precoce é fundamental. Quanto antes começar o tratamento, melhores as chances.

Tratamento para uso de cannabis concentrada

O tratamento precisa ser personalizado. Cada pessoa responde de um jeito.

A desintoxicação é o primeiro passo. O corpo precisa se livrar da substância.

Depois vem a parte mais difícil. Lidar com a dependência psicológica.

Abordagens que funcionam incluem:

  • Terapia cognitivo-comportamental
  • Grupos de apoio específicos
  • Acompanhamento psiquiátrico quando necessário
  • Suporte familiar estruturado

Tenho visto bons resultados com abordagens integradas. É como montar um quebra-cabeça onde cada peça importa.

O apoio da família faz toda diferença. É como ter um porto seguro durante a tempestade.

Conclusão

A meleca não é uma droga leve. É um concentrado potente e perigoso.

Seu uso traz riscos sérios à saúde física e mental. Muito além do que muitos imaginam.

Se você conhece alguém que está usando, incentive a buscar ajuda. Quanto antes, melhor.

E se você mesmo está passando por isso, saiba que existe saída. O primeiro passo é reconhecer o problema.

Busque ajuda profissional. Sem medo ou vergonha. Todos merecem uma chance de recomeçar.

Nossa equipe está pronta para ajudar. Com profissionais preparados e sem julgamentos.

Dê o primeiro passo hoje. Sua saúde e seu futuro agradecem.

Entre em contato com a Clínica de Recuperação SP e saiba mais como podemos te ajudar.

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Somos especializados em clínica de recuperação compulsória, clínica de recuperação involuntária, tratamento para alcoolismo, tratamento para dependência química, tratamento para esquizofrenia, tratamento para vício em drogas, tratamento para vício em jogos.

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